A NÓS • Novo Outdoor Social acaba de reforçar quem conversa com as marcas. A empresa anunciou uma nova equipe comercial, liderada por Caio Ramalho, com Samir Moura no atendimento regional e mais três executivos no time. Para o mercado, o recado é claro: a porta de entrada das marcas no território das favelas ficou maior e mais preparada.
Um time comercial montado para o território
A frente é puxada por Caio Ramalho, que passou por JWT, Leo Burnett, Grupo Bandeirantes de Comunicação e RedeTV!. Samir Moura assume o atendimento regional, depois de passagens por Grupo Liberal, Fundação Romulo Maiorana e Grupo Coruja. Completam a equipe Daniel Felipe (ex-Grupo Bandeirantes e Canal Rural), Gabriela Lima (ex-VEX, Smart OOH e Itabus Publicidade) e Barbara Pereira (ex-Grupo Bandeirantes, LiveMode, Riot Games e Spark). É gente com estrada em mídia, veículo e OOH, agora dedicada a vender o território.
Reforçar o comercial é ler a demanda certa
O movimento não é acaso. As marcas pararam de tratar favela e periferia como pauta de fim de ano e passaram a pedir plano de verdade para o território. Um time comercial maior, com atendimento regional, é a resposta a quem quer entrar na comunidade com mídia local e não sabe por onde começar. Na prática, é encurtar a distância entre a marca no asfalto e o consumo que acontece dentro da favela.
O que isso muda para as marcas
Para o planejador, a mudança é operacional. Antes, faltava interlocutor para desenhar uma ação no território sem cair no clichê. Agora existe um time dedicado, com atendimento regional, para montar o plano com quem conhece o chão. O movimento de segunda-feira é simples: se a sua marca tem meta de crescer na periferia, coloque a NÓS na conversa antes do concorrente e trate o território como praça de mídia contínua, não como campanha avulsa. No território, a decisão de compra está concentrada nas mulheres e a recomendação circula de porta em porta, então quem chega cedo e com quem é do lugar sai na frente.
É esse trabalho que a NÓS • Novo Outdoor Social faz virar plano. Marca que quer entender e alcançar o consumo da favela com dado local e mídia que fala a língua da quebrada começa pelas soluções de pesquisa e mídia da NÓS. Para ver o que já rodou no território, valem os cases de marcas que entraram na comunidade. E quem quer conhecer a empresa por trás do novo time encontra a história na página da NÓS. O time está montado. Falta a marca sentar à mesa.


